domingo, 26 de dezembro de 2010

nada além...


E eu deveria me concentrar e escrever...

ao som de Frühling in Paris - Rammstein

Mas bien, nada como um banho para entender tudo que de Caio F. ficou em mim depois desta tarde. Incrível como Caio me move. Consigo ver a atmosfera densa na minha volta quando estou lendo. A fumaça dos cigarros, a chuva, o cheiro, o nojo, a parada toda cinematográfica que envolve a história.

Tenho desejado escrever todos esses dias desde o inicio do mês. A vida não deixa. O movimento de casa não deixa. A vontade de ter um lugar meu no meio dessa coisa toda chamava rotina não deixa. Tive uns momentos densos por esses dias, mas passaram como os dias de chuva nesta cidade, que permanecem por pouco tempo. Talvez por isso consiga agora escrever alguma coisa. Tenho pensado muito, mas tenho conseguido exteriorizar pouca coisa, ou quase nada. Talvez por resistência, talvez por pura reserva mesmo.

A vida é a arte do encontro dizia o poetinha. Pessoa diria que a presença do outro me desencaminha os pensamentos. Eu penso que o encontro é necessário. O contato é necessário. Sentir antes de pensar. Isso nunca foi tão verdade para mim. Às vezes o que a gente precisa é de pele mesmo, de cheiro, de contato. Para se sentir mais gente, mais vivo, mais em movimento. A tal pequena epifania do próprio Caio, e eu também quase não sinto fome.

Só sei que Caio devolveu algo literário que eu precisava. Como disse, Caio me move. Penetra e cutuca algo meu que nem eu sei que é meu, ou que eu prefiro ler em Caio para depois dizer: isto é meu também. Tanto em Onde andará Dulce Veiga que eu li hoje à tarde, quanto em Pela noite – *pausa* companheiro das reflexões sobre o arisco à uns tempos atrás, que por sinal nem é mais o mesmo arisco mas continua cabendo totalmente na descrição o tal coelho, seria eu o coelho? *final da pausa* - ele faz uma reflexão sobre o outro e sobre o medo e o nojo, que eu não conseguiria, nem se realmente quisesse, contextualizar aqui. Até porque não importa o contexto. O que importa é o que eu acho que importa, pois a reflexão é minha. Em Dulce Veiga ele diz é preciso ser capaz de amar meu nojo mais profundo para que ele me mostre o caminho onde eu serei inteiramente eu.

Acho totalmente lógico isso, penso nessas coisas todas de projeção do nosso eu no outro e tals. Mas não quero me ater à isso agora. Só quero pensar que cada coisa tem seu tempo de acontecer. E que não quero fazer as coisas só porque alguém acha que eu devo seguir este ou aquele jeito de pensar-ser-sentir-agir. Não gosto que me exijam mais do que posso dar.

Talvez influência da vibe orixá-místico-astrológica do Caio, e também porque o horóscopo sempre acerta e o tarot nunca mente, li na internet que o próximo ano será de Vênus e conseqüentemente de Oxum. Beleza e amor. Amor na beleza. Beleza no amor.

Tenho tido implicações esotéricas mais do que nunca. Talvez seja o tempo vago depois de um ano estafante. Talvez a necessidade de que tudo faça sentido. Afinal o que chamamos de coincidência alguns chamam de compulsão à repetição. E seu eu lembro muito bem dessa história eu sei como termina. Bom, posso ter uma vaga lembrança da versão gauderiana dessa história, mas também não sei o que e influência do barroco mineiro resultará. Oh non! Je ne regrette rien!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

eu pensei que todo mundo fosse filho de papai noel...


a água da chuva
no chão da praça vazia
forma um espelho
para as luzes de natal
-
nostalgia de ser criança


poeminnha de natal da carol
na foto a praça da liberdade no natal chuvoso de bh

feliz natal :)

domingo, 28 de novembro de 2010

e a minha vida é tão confusa quanto a américa central...


estabelecendo o tratado da conveniência. não poderia ter tirado resolução melhor nos ultimos tempos.

no mais apenas constatações do cotidiano:

1. as piores barreiras são as psicológicas - vide big e a grade da cozinha que não existe mais e ele mesmo assim não anda dentro de casa.

2. o conteúdo muda, mas a estrutura permanece - vide questões de troca de movéis x reforma da casa

o tcc dos infernos acabou, mas o sofrimento ainda não. tenho vivido correndo demais, curtindo demais, penso muitas coisas que escrever, mas não dá tempo, ainda bem :D

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

nunca mais será mais o que foi...


o que define um lugar como nosso?
o que faz a gente querer ficar para sempre?
o que cria a ilusão do eterno?

eu juro que eu queria ficar por lá para sempre. juro que eu repensei várias coisas nesses dias em que estive em porto alegre, são paulo e por aqui em belo horizonte. viajar realmente causa um movimento estranho dentro da cabeça da gente.
não é o lugar em sí, mas realmente são as pessoas. me descobri me prendendo à esses detalhes que eu achei, erroneamente, por muito tempo, que eu não me prendia à eles. existe alguma coisa naquelas pessoas que me deixa ser quem eu sou. que me acolhe, que faz meu coração bater mais forte. é um sentimento de familiaridade que não tem explicação. até mesmo se tratando de pessoas que eu não conhecia e a passei a conhecer. a posição é outra. o lugar mental, espiritual, subjetivo delas é outro. em poucas palavras: a tal da vibração é totalmente diferente.
é bairrismo eu sei. mas não posso fazer em nada. e quando eu penso assim eu sinto que eu perco tanto tempo por aqui, tentando viver aqui. como uma raposa que tenta viver no meio de um monte de gato. até dá pra enganar, mas ela sempre vai ser uma raposa e não um gato.
tanto mais o tempo passa, tanto mais eu sinto que vivo em dois lugares ao mesmo tempo. isso é ruim, pq não dá pra fazer tudo ao mesmo tempo, e sempre alguma coisa vai ficar para trás. então não vivo aqui pensando lá. não estou lá pq estou aqui... e por ai vai.
mas a gente tem que viver pro hoje né... e estou tentando.
acontece que esses tempos de tensão servem pra gente repensar o que estava cristalizado. esses tempos em que a gente vai e quebra a ilusão servem pra isso. digamos que há uns quinze dias atrás eu tinha todo um planejamento na minha cabeça, que puff desapareceu. digamos que eu ainda pensava que eu poderia ser diferente. mas eu não sou. sou uma pessoa prática, racional e emotiva ao mesmo tempo. então nasceu a frase 'não por amor, mas por conveniência'. quem sabe ela quebre mais paradigmas ainda.

agora eu vou pq eu tinha pensando um tanto de coisa pra escrever aqui e eu esqueci. quando eu voltei eu não falei nada com ninguém, queria guardar todas as coisas comigo, e quando parava pra pensar eu chorava. eu queria ficar, mas ao mesmo tempo, hoje, também quero muito estar aqui. e talvez, não importa o lugar que eu estiver, eu vou pensar sempre assim. pq eu não sei ser de um só lugar. e são muitos os lugares e coisas e pessoas que cabem dentro do meu coração e copõem a ilusão da minha 'casa'.

pois como diz o poeta: 'o sonho é a pior das cocaínas' e este é o meu maior vício: sonhar. na minha cama, com o meu cheiro, com o meu silêncio.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

fonte da saudade


Penso que com o passar dos anos a gente vai dando um significado especial às coisas que acontecem na nossa vida. Talvez seja isso que chamam de maturidade. Mas às vezes me sinto tão verde que não sei se chamaria isso de maturidade. Enfim...

Nestes anos todos em que estive aqui, longe, lembrei de milhões de maneiras diferentes os momentos que vivi em Porto Alegre, cada um modificado da maneira que era mais conveniente. Da maneira que acalmava a saudade que eu sentia das coisas, das que foram e das que eu deixei por vir.

A saudade e a distância não duram para o que é fútil e insignificante. Só sobrevivem a elas o que realmente importa, o que faz parte daquilo que somos, da nossa estrutura, da nossa constituição como sujeitos.

Embora atualmente o ‘mundo virtual’ minimize a distância, ele ainda não nos permite aquele abraço amigo, o colo, o carinho, o toque. Assisti a vida dos meus amigos de longe, como quem assiste a um reality show. Vi amigos partirem sem poder me despedir adequadamente, e isso doeu tanto que eu nem sei escrever sobre isso.

O bom da vida é poder ir e voltar para onde nosso coração manda. E meu coração chama por Porto Alegre. Muitas vezes eu me vi olhando para o mapa dessa cidade com que examina a anatomia de um corpo, de um corpo desejado, cultuado. Me peguei sentido saudade das ruas de Porto Alegre, uma dor infinita, como diria o poeta. E repedindo “quando eu for um dia desses, poeira ou folha levada no vento da madrugada, serei um pouco do nada, invisível, delicioso”. É irônico pensar que este poema me acompanha a tanto tempo, antes mesmo de partir. E por isto é mais significativo, mais nostálgico.

Como desejo aportar novamente no meu Porto Alegre. Ancorar minha vida, meu coração e pairar meus olhos no pôr-do-sol laranja na beira do rio. Inflar os pulmões e deixar a mente se levar pelo minuano.

Serão apenas quatro dias, mas serão quatro dias que garantirão a volta próxima a esta cidade que eu amo, e que de longe eu aprendi a amar e chamar de minha terra, de chamar sua gente de minha gente. Meu pago, minha querência.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

pensando, estaba pensando por la ventana de aquel bar...


ultimamente a questão vai muito além do querer e ou não querer. relutantemente tenho que admitir: é uma questão de estrutura, de padrão.
analisando, pois é o que eu sei fazer, pecebi que o problema não é o arisco fugir, voltando ao inicio de tudo. o problema está no arisco ser 'domesticado' a tal ponto que a ilusão do eterno não acabe. que o arisco fique, e se torne... ahmm... venenoso? é como se o coelho se transforme num dragão de comodo, com a saliva tóxica, saca? e dai tu não pode fazer nada, se não matar o dragão de comodo e colocar a cabeça dele na tua parede. prefiro quando eu posso correr atras do coelho, brincar com suas orelhas e o seu nariz balança de um jeito engraçado. gosto da movimentação queo arisco trás pra vida da gente. o dragão de comodo é parado, denso...
volto a questão da estrutura. eu gosto de guardar coisas nos potinhos, exibir cabeças na minha parede... gosto do que vive intensamente, mas e o que eu posso, eu guardo até que morra,e assim permaneça meu, de alguma maneira. é bizarro. é uma questão de estrutura, de padrão.

mas como diz o pessoa 'e assim sou, fútil e sensível, capaz de impulsos violentos e absorventes, maus e bons, nobres e vis, mas nunca de um sentimento que subsista, nunca de uma emoção que continue, e entre para a substância da alma' ...

cara eu tenho pensado demais nesta vida, nesta vida intensa que eu tenho levado ultimamente. é como se eu voltasse atras para me explicar, como se fosse um remember. me sinto relembrando para construir tudo novamente. e tenho me visto me explicando e me importanto em me explicar. talvez não para os outros, mas para mim mesma. cheguei a conclusão: sou livre dos outros, mas nao sou livre de mim mesma... complexo isso.

enfim, queria escrever muitas coisas aqui hoje, mas utlimamente meus dedos não acompanham meu pensamento. e ele voa tanto.

hoje os mineiros do chile foram resgatados. estiveram no ventre da terra durante uma gestação de 69 dias. nasceram para um mundo novo. metafórica e objetivamente falando. mas isso renderá outras reflexões. tenho várias delas guardadas aqui.

no mais, e sempre, o tarot mandou eu me abrir para o amor. e o hóroscopo tem acertado suas previsões.

faltam 17 dias e eu estou literalmente contando os dias para a viagem.

Hoje pensei sério… se me perguntassem o que mais desejo na vida, não saberia responder. Quero tudo...
Caio F.

domingo, 3 de outubro de 2010

somos burgueses sem religião...


no país onde qualquer coisa é festa, hoje foi a festa da democracia.

posso dizer só uma coisa, não fomos educados para votar, depois é isso que dá, é triste, mas é a festa da democracia, né?!

isso que dá a gente achar que é livre, tem vontade e consciencia suficiente para fazer as coisas. mas enfim, não sou eu quem vai refletir sobre a ação política neste país, não agora, não aqui.

até pq, assim como o cazuza, eu preciso de uma ideologia pra viver. e a minha ainda é capitalista, vesga, e mto mto mto egoísta.

brincadeirinha, não é assim o tempo todo, mas é assim a maior parte do tempo. culpa da fucking sociedade de consumo que matou o flower power. o osho disse que isso é pq a sociedade quer que tenhamos medo do outro e odio e não amor. tem lógica. pq deus é amor, não dinheiro.

mas é como o foucault disse quando terminou de escrever 'vigiar e punir': tá dominado, tá tudo dominado! e depois isso virou um funk carioca rsrs

a questão é que eu tenho pensando demais nesses dias, a questão é que eu não consigo escrever sobre vínculo, eu não consigo conceber um conceito sobre vínculo e eu vou tirar isso do meu tcc. e como diz o dudu: alguma hora eu vou ter que ceder e aceitar o vínculo e como disse a dani: depois eu fico ai, morando com um monte de gatos e falando sozinha e não sei pq...

acontece que eu tenho dificuldades de aceitar o outro. é como se eu soubesse que eu preciso de comida saudável e não conseguisse parar de comer junkie food. a lógica é a mesma. digamos que eu estou na frente de um prato de salada pensando em comer um hamburguer.

tô meio arisca, tô meio querendo ficar na minha toca hibernando, embora saiba que eu preciso sair pra tomar o sol da primavera. mas essa minha pseudo-culpa tbm está cheia de valoreszinhos burgueses furados.

"Todos temos por onde sermos despresíveis. Cada um de nós traz consigo um crime feito ou o crime que a alma lhe pede para fazer."
Fernando Pessoa

terça-feira, 28 de setembro de 2010

perto de ti dança minha alma desarmada...

enfim, choveu!

o tempo seco, as obriações sociais, as viagens, o tcc, a vida correu neste mês de setembro. amém!
agora falta um mês para a viagem.

muitas coisas acontecem, muitas coisas que eu não gostaria de querer lidar agora. não quero saber das minhas limitações, dos meus medos. quero seguir 'sozinha' e curtindo minha bagunça, minha unica e só minha bagunça, saca?

sabe, desde que eu comecei a viajar, desde que rolou essa viagem para porto alegre, tem uma frase do caio martelando na minha cabeça e é essa: 'Será que, à medida que você vai vivendo, andando, viajando, vai ficando cada vez mais estrangeiro? Deve haver um porto.' nem sei se eu já escrevi ela aqui... o fato é que eu me faço essa pergunta todos os dias.
pq viajar, para mim, neste momento, não significa só ir para outro lugar. ir até o outro é uma viagem, esse lance do outro é uma viagem muito doida.

o du lia algo sobre a realidade e a ilusão esses dias na sala, mas eu não lembro muito. só sei que pra mim a ilusão é necessária, assim como a fantasia, para compor a realidade. a realidade nua e crua é coisa para cronista de jornal que não tem estilo próprio. o bom cronista transforma em poesia a realidade, fantasia e enfeita o que é feio. isso é ser subverssivo, é ser transformador da realidade. a gente se progeta na realidade saca? através dessas coisas todas a gente se progeta na realidade, no outro, eu só sei que existe realidade pq o outro existe. mesmo assim, sabendo do outro do outro lado da porta, eu quero viver meus momentos de realidade particular, sozinha no quarto do hotel.

tenho ficado de boa com as coisas a maioria do tempo. o horóscopo continua acertando as previsões e o momento de reclusão proporcionado pela conjuntura dos astros parece não agradar a todos. e eu já tenho 7 páginas escritas de tcc!

fim por hoje que já tá tarde e eu vim só dizer que choveu!

domingo, 5 de setembro de 2010

meu coração vive cheio de amor e deserto...


preciso de chuva, definitivamente, preciso de chuva!
esse tempo seco, seca tudo: o nariz, os olhos, a garganta, o coração, as idéias, a alma...

agosto foi embora, setembro está indo para o mesmo caminho.

mercúrio volta ao curso normal, e o horóscopo continua anunciando mudanças, quais mudanças?
tenho 10 livros encima da mesa para ler, só leio o horóscopo e jogo taro on-line.
tenho que arrumar o tcc, tenho coisas para fazer e não fiz nada.
a procrastinação deveria ser um pecado capital.
planos ficam claros na minha cabeça. a saudade aumenta e o tempo corre.

até quando seremos escravos do caos? eternamente é a resposta.
o caos... há dias que eu não consigo ver a ordem do caos, e isso me deprime. de fato eu, obssessivamente tento enxergar a ordem do caos, tento ordenar o caos, catalogar o caos. em vão, sempre em vão.

não farei mais nada por hoje.

sábado, 21 de agosto de 2010

meu amor, olhe pros lados, desde criança só lemos os quadrinhos dos jornais...



Que coisas são essas que me dizes sem dizer, escondidas atrás do que realmente quer dizer?
Tenho me confundido na tentativa de te decifrar, todos os dias. Mas confuso, perdido, sozinho, minha única certeza é que cada vez aumenta ainda mais minha necessidade de ti. Tornase desesperada, urgente. Eu já não sei o que faço. Não sinto nenhuma outra alegria além de ti.
Como pude cair assim nesse fundo poço? Quando foi que me desequilibrei? Não quero me afogar: Quero beber tua água. Não te negues, minha sede é clara.
Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

I'll stop the world and melt with you...

Soneto de véspera

Quando chegares e eu te vir chorando
De tanto te esperar, que te direi?
E da angústia de amar-te, te esperando
Reencontrada, como te amarei?

Que beijo teu de lágrimas terei
Para esquecer o que vivi lembrando
E que farei da antiga mágoa quando
Não puder te dizer por que chorei?

Como ocultar a sombra em mim suspensa
Pelo martírio da memória imensa
Que a distância criou - fria de vida

Imagem tua que eu compus serena
Atenta ao meu apelo e à minha pena
E que quisera nunca mais perdida...

Vinicius de Moraes


pq a espera sempre é interminável - mas agora falta menos ainda (L)

um girassol da cor do seu cabelo


plante amor
cultive tolerância

regue com paciência

brotará no seu jardim
silêncio e tranquilidade


a gente vai ficando velha e vai ficando bobo pra umas coisas - mas ainda assim eu pergunto: existe silêncio?

os velhos olhos vermelhos voltaram...

conjutivite demoníaca xD

lição no.1 (top top) sobre comportamento em lugares públicos: nunca fale ao telefone 'estou com olhos de pocessão demoníaca', alguém vai te olhar virado e querer te exorcizar ¬¬

.: discussão familiar - linguística e semântica - sobre defenestração

victor: defenestrar é excluir algo
carol: nops, defenestrar é jogar alguém pela janela com violência...
pai: ahm é pq eles jogavam as pessoas pelas janelas das torres para os calabouços dos castelos
carol - refletindo: se defenestrar é jogar pela janela, como chama o ato de jogar pela sacada, sacanagem?

carol em momento criativo - não perturbe =)

e os olhos demoníacos arruínaram a semana 'apostólica' - dãaamm

domingo, 15 de agosto de 2010

ele tá de olho na butique dela...


insight criativo - pois é isso que é o bom da vida

no orkut

dudu - KROL, o que houve com você. Você simplesmente desapareceu. Há duas semanas que não vai trabalhar. Não voltou mais na faculdade depois das férias. Você já retornou da Bahía? E o bebê, como tá?

carol -
Du querido, não posso registrar meu paradeiro, meu principe encantado, vulgo churrasqueiro matador de aluguel, disse que nosso amor depende da discrição e da distância que tomamos do nosso passado.

O bebê está bem. A cor verde está mudando para um azul leve. Pensamos que daqui uns meses ele possa circular entre as pessoas, se parar de lançar o tal liquido viscoso e venenoso pela boca.

Tenho lido e estudado poesia herudita. E falando na Bahia, te indico esta obra de extremo bom gosto.

Psirico - Tá querendo namorar

Amado, é sempre bom contar com amigos como tu que se preocupam com nosso bem-estar.

Até breve.

isso me lembra que tenho que escrever sobre o churrasqueiro, tenho um conto todo na minha cabeça...

agora, escrever tcc... nada rsrs

domingo, 8 de agosto de 2010

o mais importante do bordado é o avesso...


antes de qualquer coisa: não consigo me concentrar nas coisas, oh é o fim! ¬¬

lembro de caio fernando sempre que eu tenho algo me angustiando, pq será?
mas enfim... tenho repetido para mim a frase "tenho um dragão que mora comigo" pq ela inicia um lindo conto do caio, sobre como a gente quer e precisa possuir estes dragões, e de como isso é, e sempre será, impossível.
há um tempo atrás, lembrava eu de outro conto do caio - pela noite - e falava do coelho, coelho esse que pode muito bem ser o tal dragão, que tá mais para uma quimera a essa altura da história.
o fato é, essa quimera tá me fazendo brincar de gato e rato e isso me lembra augusto dos anjos - e a pantera, a quimera e 'tome um fósforo ascende teu cigarro, o beijo, amigo, é a véspera do escarro' - e isso tá uma bela fauna de sensações.
acontece que que ando meio contraditória mesmo, deve ser o tal mercúrio no meu mapa, abalando as comunicações como sempre. algumas coisas realmente não saem como o desejado, e nossa como podem tomar grandes proporções - tomara que não o tomem, amém.
os planetas têm me feito passar por confusões e 'bilubilações' da consciência... fumaças e nuvens preenchem minha mente mais do que o de costume. não que eu sinta falta do ordinário modo de ser, consciente e triste, mas sei lá.
a quimera tem sido como um rastro de luz num dia nublado, contraditóriamente bom. digo contraditoriamente pq eu gosto dos dias nublados, mas também gosto dos rastros de luz. a confusão me dá dor de cabeça e eu busco refúgio. não que eu já tenha caminhado pelo caminho que me refugio, mas é como se a presença da quimera - e todo o jogo dela - me conduzissem por um caminho que eu estou gostando. digamos que a ameaça e a confusão que a quimera trás consigo estão fazendo com que eu descubra a paz. eu disse que era contraditóriamente boa a presença da quimera.
tenho tentado não me expor muito por esses dias, mesmo assim, tenho me descoberto com os outros me descobrindo, é estranho esse negocio de se deixar conhecer pelo outro. as vezes eu não gostaria que acontecesse. prefiro ser e não ser. ser e deixar de ser sem me deixar mostrar completamente. e, ironicamente, tenho aparecido mais do que o desejado. seriam os astros novamente brincando comigo?

preciso voltar às obrigações acadêmicas e pegar no tcc - e botar pra quebrar! (mto cliche né)
e preciso escrever um bom projeto para trabalhar nele e ficar bem na fita (cliche de novo)
e preciso demais de mim... ain cansa.

esses dias achei algo que tinha escrito no inicio do ano. li, pensei, li, e senti saudades. saudades me dá paz também. e faltam 2 meses e um pouquinho para a viagem. e eu sinto felicidade.

"Hoje, acho que sei. Um dragão vem e parte para que seu mundo cresça? Pergunto - porque não estou certo - coisas talvez um tanto primárias, como: um dragão vem e parte para que você aprenda a dor de não tê-lo, depois de ter alimentado a ilusão de possuí-lo? E para, quem sabe, que os humanos aprendam a forma de retê-lo, se ele um dia voltar?
Não, não é assim. Isso não é verdade.
Os dragões não permanecem. Os dragões são apenas a anunciação de si próprios. Eles se ensaiam eternamente, jamais estréiam. As cortinas não chegam a se abrir para que entrem em cena. Eles se esboçam e se esfumam no ar, não se definem. O aplauso seria insuportável para eles: a confirmação de que sua inadequação é compreendida e aceita e admirada, e portanto - pelo avesso igual ao direito - incompreendida, rejeitada, desprezada. Os dragões não querem ser aceitos. Eles fogem do paraíso, esse paraíso que nós, as pessoas banais, inventamos - como eu inventava uma beleza de artifícios para esperá-lo e prendê-lo para sempre junto a mim. Os dragões não conhecem o paraíso, onde tudo acontece perfeito e nada dói nem cintila ou ofega, numa eterna monotonia de pacífica falsidade. Seu paraíso é o conflito, nunca a harmonia."

talvez eu seja o meu dragão, ou convivi com tantos que me tornei um? tem lógica. e esses coelhos e quimeras?

e mais uma vez e sempre: existe silêncio?
começo a ter certeza que não...

domingo, 1 de agosto de 2010

ah vira virou...


o departamento de planejamento e desenvolvimento pessoal da carol informa:

- a subsecretaria de lazer, boemia e putaria encerra suas atividades hoje com o objetivo de capitalização. a verba será destinada ao departamento de turismo que depois reabrirá a subsecretaria de lazer, boemia e putaria, em 30 de outubro do ano corrente.

um sacrificio não será demais para o prazer que se espera rs
as finanças devem ser controladas, pq, como diria o belchior 'sou um podre rapaz latino americano sem dinheiro no banco...'

viajar é bom...

daqui pra frente 'que seja doce'.

tive sonhos esses dias por ai. tive sonhos bons. tive vontades boas. saudades boas. desejos bons.

'Tudo é uma questão de manter
A mente quieta
A espinha ereta
E o coração tranquilo'

quarta-feira, 21 de julho de 2010

deu pra ti baixo astral...

vou pra porto alegre... tchau!

melhor coisa que eu fiz: arricar e comprar uma passagem de avião.
tão boa a sensação da volta, da momentanea, tão esperada, volta.
falta um tempo ainda, 3 meses, mas será lindo voltar :D
porto alegre é meu norte. preciso revigorar as forças. até pq depois que fiz 'a coisa' de comprar as passagens me designei não ter mais 'baixo' astral.
bom, segundo o horóscopo, estou em alto astral, e não é que o danado do horóscopo anda acertando mesmo?! rs

bueno, noticias do mundo academico me dizem que muito provavelmente não irei para o tal congresso bacaninha - bom e ruim isso - ruim pq eu queria ir, bom pq sobra din din pra ooooutra viagem :D tan tan tan raaaaan

nem tudo pode ser tão ruim né?!

acontecimentos cotidianos me dizem: é tudo uma questão de ritmo: não, eu não sou 'tocada' a forró e similares... sou tango, milonga, algo que se 'toca' arrastado, com morosidade, amorosidade. algo de detalhes, de delicadezas, miudezas...

sobre delicadezas penso que não estamos mais acostumados com isso... é uma pena. uma baita pena.

tolerância? ainda existem casas para isso.
exótica, eu? uma jaguatirica é exótica, eu sou uma pessoa.

penso e repito o poema do quintana - quem diria que estaria conectada a ele tanto tempo.

"Sinto uma dor esquisita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei...
(...)
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso"

domingo, 4 de julho de 2010

se a vida arde, bate a saudade, dá uma vontade de te ver...






sobre a arte de fazer trabalho de conclusão de curso - tcc

tema


o que vale tanto a pena para que se perca um tempo pensando e escrevendo sobre? hoje em dia é tudo tão efemero, que nem mesmo se tem um tema que permaneça por um tempo suficiente...

delimitar esse tema então... tssss... complexo e complicado...

problema

aff... ah nem... a vida tem tanto problema, pq eu tenho que escolher um também para o tcc?

introdução/ justificativa

não sou boa de introduzir... só de justificar ¬¬'
rsrsrs

metodologia

vou afogar todas as minhas hipóteses num copo de cachaça, as que sobrarem valem a pena continuar...

hipóteses

1. continuam boiando no copo de cachaça...
2. como eu consigo fazer trabalhos bons para todas as matérias menos o tcc??

sábado, 3 de julho de 2010

era uma casa muito engraçada...


permitindo-me usar do queridíssimo luis fernando veríssimo: comédias da vida privada

pai: olha o que este livro de nietzsche está fazendo aqui no quarto?
mãe: não sei, mas vou trazer todos para cá, tem algum espaço e vou tirar do quarto da carol...
pai: pra quê tanto nietzsche no quarto? pra espantar mosquito?
mãe: espantar mosquito?
pai: é é fica fazendo 'nietzsche-nietzsche-nietzsche-nietzsche' *imitando barulho de inseticida*

depois eu ainda tento entender pq eu sou do jeito que sou... e realmente existem tartarugas brancas.


estoy viendo que esta noche vienen del sur los recuerdos...

domingo, 27 de junho de 2010

em cada céu em cada chão, minha alma lá deixei...

ain a gripe me deixou preguiçosa e filosófica...
será só a gripe?

esta semana estie cansada, estive desafiando algumas 'imposições'. não cumpri minha obrigações acadêmicas, e olha só! nem morri por isso ¬¬
afinal, morrer por isso seria mundano demais.

esta semana senti vontade de me espiritualizar. as coisas, mesmo quando nem tão 'acertadas', tem dado certo. tenho sentido um sentido absurdo em tudo e me pergunto se isso é merecido. se isso não seria uma certa alienação da vida. como conceber uma vida sem 'problemas de difícil solução', como se conceber feliz, deliberadamente feliz? porra! isso é muito difícil pra mim. uma que cultivava a paz da melancolia... agora existe paz, mas sem melancolia. estranho isso. pelo menos pra mim. existe gana de viver. ora, pois, existem objetivos que não são 'retornar' ou criar algo encima de nuvens. existem objetivos concretos! objetivos que estão próximos - mesmo distântes.
então por este motivo andei pensando na minha espiritualidade, que é, diferente, para não dizer solta. sempre fui curiosa de tudo, mas nunca tive disciplina. posso dizer que não tenho preconceitos religiosos, mas não posso dizer que tenho uma 'espiritualidade' formada, no sentido cristão da coisa. no mais, posso dizer, que pensei na espiritualidade no sentido de encontrar outras pessoas como eu, outros para me guiar, para compartilhar da grande luz criadora de tudo... essas coisas. este é um momento em que não quero me sentir 'sozinha' ou 'unica' neste mundo deliberadamente feliz e com boas energias ao meu lado. essas coisas são para serem compartilhadas.
pensei nas minhas 'origens', na história de onde eu vim... pensei que posso conhecer mais. pq pra mim contato com o passado do meu povo é uma forma de espiritualidade. a expressão cultural é algo místico pra mim. penso então que é um momento bom para isso tbm.

sei lá, pensei várias coisas... mas pensar não dá só né... tenho que agir. e vou agir :D vou ter 'gana' das coisas que eu considero importantes.

não quero ficar mais presa a coisas que me fazem... ahm... ainda não tenho uma palavra pra isso...

- interrupção -

escrevo mais tarde.

la noria invisible de las transgresiones...

domingo, 20 de junho de 2010

quero ficar no teu corpo feito tatuagem...




em uma conversa de buteco refletíamos sobre como entramos na faculdade e como nos sentimos hoje. dudu perguntou se me sentia mais madura, respondi a ele que via a maçã, a goiaba, a manga, qualquer coisa amadurecer, menos eu. bom mas não é bem assim. vejo o quanto todos nós 'crescemos'... mas não é disso que vim falar aqui.

bueno, não escrevi nada da minha 'psicografia' (monografia de psicologo)... tbm pudera, perdi a concentração...

ain... fica ferreira gullar - finalzinho de 'aprendizado' pra tentar explicar o que eu não consigo escrever:

que a vida só consome
o que a alimenta.

terça-feira, 15 de junho de 2010

o céu é só uma promessa... eu tenho pressa, vamos nessa direção...

ain... tantas coisas acontecem e nem tem tempo de passar direito por aqui... fico anotando as coisas pra lembrar e mesmo assim... estou a horas com a página em branco tentando dar forma pras coisas que tem aqui dentro da minha cabeça...

só posso dizer 3 coisas:

1. tá frio e isso me deixa feliz
2. reformas deixam as pessoas nervosas
3. eu odeio copa do mundo

ah sim... mais um:

4. pela ciência vale tudo :D

domingo, 6 de junho de 2010

de amor y de casualidad...


nham... não sei o que dizer/escrever...
tá frio e eu tô feliz :)

e só...

quinta-feira, 3 de junho de 2010

mas trago a minha blusa aberta e uma rosa em botão...

palavra de ordem: tolerância?

resolvi me manter intolerânte com aquilo que não está em conexão comigo... sinto que preciso ser 'egoísta' nesse momento... todo esforço gasta muita energia, merece ser bem aplicado, certo?

Logo, já vimos nos episódios anteriores que algumas vezes não precisamos colocar um luminoso vermelho escrito 'venha até mim beibe' para atrair coisas para nossa volta...
Posso ter ficado mal-acostumada... posso... mas é assim que vai ser.
Igual em um big jogo de dados. cada um tem sua hora de jogar, de ficar de fora, essas coisas.
Não preciso implorar atenção. até pq as coisas que chegam até a gente, se chegaram sem que isso fosse preciso, talvez, pq elas não gostam disso - desse joguinho besta de implorar por alguma coisa.
deve-se, portanto, pensar em ser intolerante com o coelho também?
é... é uma possibilidade. A intolerancia seria prisioneira da ilusão do eterno? ou seria o contrário? ou seria a tolerancia? ain confuso...
sei que eu tenho que me manter serena... não tolerante - e isso não é uma contradição.

o resto, como diz-se por ai, é silêncio...

domingo, 30 de maio de 2010

na bruma leve das paixões que vem de dentro...

e ontem eu voltei pra casa, feliz, cansada e feliz... lembrando de caio fernando, lembrando de 'pela noite', então:

" - Você sabe que de alguma maneira a coisa esteve ali, bem próxima. Que você podia tê-la tocado. Você podia tê-la apanhado. No ar, que nem uma fruta. Aí volta o soco. E sem entender, você então pára e pergunta alguma coisa assim: mas de quem foi o erro?
O outro fez um movimento como se fosse falar, mas ele o deteve.
- Sei, sei. Você vai perguntar: mas houve um erro? Bem, não sei se a palavra exata é essa, erro. Mas estava ali, tão completamente ali, você me entende?
No segundo seguinte, você ia tocá-la, você ia tê-la. Era tão. Tão imediata. Tão agora. Tão já. E não era.
Meu Deus, não era. Foi você que errou? Foi você que não soube fazer o movimento correto? O movimento perfeito, tinha que ser um movimento perfeito. Talvez tenha demonstrado demasiada ansiedade, eu penso. E a coisa se assustou, então. Como se fosse uma fruta madura, à espera de ser colhida. É assim que vejo ela, às vezes. Como uma coisa parada, à espera de ser colhida por alguém que é exatamente você. Não aconteceria com outro. Depois, quando ela foge, penso que não, que não era uma fruta. Que era um bicho, um bichinho desses ariscos. Coelho, borboleta. Um rato. É preciso cuidado com o arisco, senão ele foge. É preciso aprender a se movimentar dentro do silêncio e do tempo. Cada movimento em direção a ele é tão absolutamente lento que o tempo fica meio abolido. Não há tempo. Um bicho arisco vive dentro de uma espécie de eternidade. Duma ilusão de eternidade. Onde ele pode ficar parado para sempre, mastigando o eterno. Para não assustá-lo, para tê-lo dentro dos seus dedos quando eles finalmente se fecharem, você também precisa estar dentro dessa ilusão do eterno."

ok ok sim sim... meu instinto obsessivo quase está me fazendo precipitar... mas eu não quero errar, entende?
mas digamos que o coelho desta vez veio até mim... talvez não como o coelho da alice, que passou correndo por ela e depois ela correu atrás dele... um pouco diferente... este coelho parou na minha porta, baixou as orelhas e eu o deixei entrar... mas agora quero que ele fique, e não sei, sinceramente, se ele deseja isso... dai o medo, entende?

pausa. diálogo familiar:

mãe: ain acho que vou levantar, tomar um paracetamol e dormir...
carol: ah eu vou tomar uns barbitúricos, um copo de whisky e dormir...
mãe: não dá...
carol: pq? acabou o whisky?
mãe: não os barbitúricos...

- ah se fosse verdade xD

o momento continua tenso no que tange: TCC

pensamos em alguns temas alternativos se chegarmos até dezembro sem escrever nada:

1. A influência do buteco no contexto social do universitário, sua formação e atuação profissional (falta delimitar o tema)
2. Será que Freud sabe - a verdade sobre o pai da psicanálise (muito ousado, mas quem sabe?)
3. As incidências psicopatológicas dos estudantes universitários
4. A relação das psicólogas com profissionais de TI - um estudo de vários casos complexos

é isso... sobreviverei a semana tomando cápsulas de guaraná em pó - elas me deixam feliz *.*

domingo, 23 de maio de 2010

o umbigo do universo é o nosso umbigo!


estou submersa na rotina...
meus olhos estão fundos... e eu reclamo de não ter tempo... é a vida que escolhi.
o mundo é bizarro, realmente bizarro, e quanto mais, mais eu gosto.
estive pensando coisas. quando elas forem fáceis de escrever, eu escrevo.
afinal, descobri, tenho dificuldades de dar detalhes...

domingo, 9 de maio de 2010

you are my sweetest downfall...


alguem me escreveu: "quem vai mais longe é quase sempre aquele tem coragem de arriscar"
talvez essa pessoa realmente tenha me conhecido, e eu só soube disso agora, quando li, pensei e repensei essa frase.
incrivel como a gente 'segrega' pessoas por nossos valores morais e éticos - reproduzindo a conversa que tive sexta no buteco e sábado no msn.
nem sempre aquilo ou aquele que achamos que precisamos é realmente aquilo ou aquele que vai nos dar o que precisamos.

eu li tantas vezes essa frase e essa semana, e ela me foi tão 'cara' que eu senti feliz por tê-la...

pensamentos budistas-hare-krishna-hare-hare-capitalistas-neo-liberais para uma vida melhor da semana:

. paracetamol não cura solidão
. amor não compra coxinha
. resumirás, relatarás... escreverás até teus dedos doerem... tudo pelo bem da ciência