domingo, 27 de julho de 2008

Um sonho




Este sonho aconteceu na noite após eu ter assistido Narnia 2 no cinema, e logo quando cheguei em casa assisti também aquele Número 23. Passando o efeito Coringa eu resolvi posta-lo. Bom o resultado da insanidade foi este:

Em uma cabana no meio de uma floresta com arvores grandes e um pouco de neve/fuligem um homem, que neste caso é muito parecido com o Jonnhy Deep em Janela Secreta era casado com uma mulher, que pode ser representada pela Penélope Cruz no Vanilla Sky

Nesta cabana viviam com eles muitos animais, sendo que o galo dormia na cama com o casal.

Em uma noite entra um Duende pela porta, o homem só vê suas pegadas e adormece.
Quando o homem acorda esta sendo levado para um tribunal, lá um velho parecido com o Gandalf fica com o cara num elevador tipo aquele de matrix, e então eles começam a conversar.

Nesta conversa o cara descobre que a vida dele na cabaninha com a mulher é tudo mentira q é tudo uma realidade paralela e que naquele tribunal eles estão julgando a mulher dele por algum crime que ainda não podemos saber.

Então o Gandalf explica pra ele que cada bicho que tem na casa dele é representa alguma coisa que aconteceu na outra realidade e que foi colocado pra ele simbolicamente na realidade que ele vive atualmente.

O Gandalf explicou cada bicho que aparece para ele é um momento que ele deixou de viver com a mulher.

Parece que a mulher é quem manda os bichos para outra realidade, pois ela é meio bruxa.
Tem uma hora q o Duende fala: tudo começou quando você a deixou para trás e foi viver a sua vida longe dela...

Neste momento mostra a cena do passado dele indo embora nesse e a partir daí a outra realidade é criada.

Neste momento a ligação da Dani me acorda, algo sobre algum trabalho e bla bla bla.

Esse sonho nem Freud nem Jung, só o Tarantino, ou o Tim Burton ou o Guillermo del Toro podem explica-lo.


Mas então ficam as duvidas para o resto do sonho cinematográfico:

A mulher está sendo julgada exatamente por ter criado uma realidade paralela usando bruxaria e sacrifício de animais?

O que significam os animais?

Por que o homem não pode entrar no julgamento?

Será que a mulher matou o homem na primeira realidade e por isso ele foi convocado para lá?

Existem dois personagens de cada, um em cada realidade?

Só fica uma certeza: é isso que dá assistir tanto filme :)


to contando minhas moedinhas para comprar o livro do Caio Fernando x)



.: You are my sweetest downfall

I loved you first, I loved you first

Beneath the sheets of paper lies my truth

I have to go, I have to go

Your hair was long when we first met :.


sábado, 26 de julho de 2008

Vacaciones




Aff...que pausa longa não?


essas ferias estão me matando, não existe nada mais desejado e depois nada mais tedioso que férias.

coisas boas? sim, o filme do batman :) foi lindo tudo o que foi relacionado a ele.

coisas ruins? passar mal, não é assim tão bom , as vezes...


trabalhar nas cadeiras horriveis e ainda ter que ser produtivo, aff...saco viu ¬¬'

no mais continuo aqui na minha caverna, sem muita vontade de usar o msn, e afins, quando eu chego em casa.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

uma pausa, por favor.



Novamente ele, Fernando Pessoa, para falar por mim:

"O peso de sentir! O peso de ter que sentir!"


ou/ também:

"Quem sou eu para mim? Só uma sensação minha.

O meu coração esvazia-se sem querer, como um balde roto.
Pensar? Sentir? Como tudo cansa se é uma coisa definida!"


ah o livro do desassossego... perfeito :)

bah! como queria jogar video game hoje, apertar todos os botões e ficar relaxada, e não ter o compromisso de continuar um jogo, e com um simples apertar de botão - puff - terminar com tudo!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

EGO(centr)ÍSMO



Como diria o sempre presente Fernando Pessoa: eu e todos os cansaços do mundo...
Eu insuportável, estúpida e prolixa... eu que esquivo, que sinto ciúmes e até inveja. Eu que poderia ser promoter de funerária, eu cujo humor é digno da comparação com um filme noir cinza, frio e chuvoso.
Eu que ainda me preocupo em ser agradável, que tento (dentro do que eu dou conta) me colocar no lugar do outro. Eu que sofro com meus preconceitos,eu...eu que ainda espero me sentir boa o suficiente para gostar de alguma coisa...
Eu que não amo, e nem tento. Eu arrogante, eu metida, eu tímida (e por que não?), eu frágil, eu e minha coragem.
Eu que gosto de sentir o crepúsculo, de respirar o ar da noite e conversar com lua, e suplicar junto as estrelas a possibilidade de encontrar meu lugar neste mundo doido.
Eu que ainda prefiro as experiências que os livros podem me proporcionar, eu que vivo e sonho filmes, eu que seleciono trilhas sonoras para a minha vida.
Eu comum, normal e patética inutilmente sempre tentando me explicar...
Eu que não sinto tristeza (não o tempo todo), mas que também não sei (não quero) expressar a minha alegria.
Eu sentimental, eu razão, eu sozinha... eu que ainda (sempre) sinto saudades dos velhos tempos...
Eu que vivo uma época que não foi minha, tenho heróis que não foram feitos para mim, busco culturas para escapar da que pertence a maioria, eu que me invento...ou copio o que os outros inventam...
Eu que não quero me render a condição de precisar do outro, eu que fujo da mortificação do meu “eu”, eu que não quero morrer na mão do outro... eu que me destruo para sobreviver...
Eu que ainda planto rosas e converso com animais e objetos.
Eu que ainda sinto culpa por criticar os outros. Eu que quero me proteger. Eu que não aceito (talvez nunca aceitarei) pessoas que não são verdadeiras consigo mesmas e são o que os padrões pedem que elas sejam.
Eu que não gosto de padrões, mesmo assim crio um monte deles.
Eu que tenho nojo das pessoas vulgares com seus olhares lascivos...
Eu que ainda não encontrei outra definição para os relacionamentos atuais se não: prostituir-se em troca de afeto e status.
Eu que não consigo sentir nada em relação a isso – muito menos inveja. Eu que, nem sempre, gosto de ficar sozinha.
Eu que não me esforço para manter as pessoas (que vão embora) perto de mim...
Eu que não sou saudável, eu preguiça, eu dedicação, eu competidora... eu cruel.
Eu curiosa, eu desdém... eu que sofro, sonho... eu que cultivo minhas esquisitices, minhas estranhezas e assim vivo o que é possível viver, plenamente...
Eu que transfiguro, imagino, invento.

Eu que continuo aqui... e eu que estou indo embora.




quarta-feira, 9 de julho de 2008

Cotidiano


normalidade

dani: vc ja mandou o negocio?
carol: não vou mandar agora...
dani: mandou
carol: mandei
dani *com a mão dentro da boca*: to ansiosa...
carol conta um fato que aconteceu momentos antes e que não pode ser relatado aqui.
dani: diz então para essas vozes da tua cabeça pararem!
carol *aos berros e batendo na cabeça*: ahhh parem!! eu já entendi, não eu não vou matar a dani, não adianta ficar gritando!

> é isso que dá assistir filmes como o ilumidado

aprendendo com os populares (segunda parte)

algum dia no ponto de onibus.

Dois distinstos trabalhadores (para nao dizer, homens feiosos e fedorentos depois de um dia de trabalho) estao conversando, adivinhem sobre o que? Sim! Mulheres (pq acho q discutir sobre futebol não tá dando ibope).

Homem 1: Oh cara mas aquela mulher é um canhão!
Homem 2 (o filósofo popular): Mas seguinte véi, mais vale um canhão na cama do que dois aviões na rua!

depois eu desisti de escutar o resto da conversa pra preservar minha integridade psicológica.
.
modernidade(?)

dani: pq a mulher moderna tem sempre uma segunda opção

carol: nem que essa segunda opção seja comer

ainda sobre a comida: alguém tem que morrer para me alimentar.
.
E tu, por que é que me chamavas Morte?
Eu sou, apenas, tua Alma...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

migalhas...



From the brightest star
Comes the blackest hole
You had so much to offer
Why did you offer your soul?
I was there for you baby
When you needed my help
Would you deny for others
What you demand for yourself?

Cool down mama, cool off
Cool down mama, cool off

You speak of signs and wonders
I need something other
I would believe if I was able
But I'm waiting on the crumbs from your table


You were pretty as a picture
It was all there to see
Then your face caught up with your psychology
With a mouth full of teeth
You ate all your friends
And you broke every heart thinking every heart mends


You speak of signs and wonders
But I need something other
I would believe if I was able
But I'm waiting on the crumbs from your table

Where you live should not decide
Whether you live or whether you die
Three to a bed
Sister Ann, she said
Dignity passes by

And you speak of signs and wonders
But I need something other
I would believe if I was able
I'm waiting on the crumbs from your table
.: U2 :.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Questões fúteis de ordem prática




Projeto – Apaixonar e sofrer até outubro de 2008

A partir dos ideais da Daniela estamos elaborando o projeto Apaixonar e sofrer até outubro de 2008, que consiste em fazer aqui o que o titulo diz mesmo.

Continuando com as orientações de nossa idealizadora, devemos também escolher uma musica do Jota Quest para sofrer, e então partir para a extensão do projeto – Sofrendo com músicas populares brasileiras – Especialização: Jota Quest.

Os cursos e práticas acontecerão de Julho até outubro, quando acontece o show da Madonna e o nosso aniversário também.

Os cursos serão ministrados conforme a demanda dos participantes, podendo abranger os seguintes pontos:

- Tema inicial: por quem / o que eu irei apaixonar e sofrer até outubro de 2008?
- Conseguirei manter um relacionamento até outubro?
- Conseguirei deixar de sofrer depois de outubro?

- Questão filosófica existencial da Carol: posso ser fiel a algo que teoricamente não existe?

- Procurando situações agradáveis no ambiente – deixando o carma de lado e vivendo mais feliz aceitando as pessoas – como isso é possível?

- Escolha da música depressiva de sofrimento
Dani - Mais uma vez
"Viva todo o seu mundo
Sinta toda liberdade
E quando a hora chegar, volta
Que o nosso amor está acima das coisas...desse mundo"
Carol - O que eu também não entendo
"Essa não é mais uma carta de amor
São pensamentos soltos traduzidos em palavras
Pra que você possa entender
O que eu também não entendo"

Referencial teórico:

A poesia de Júpiter Maça – O novo namorado:
Fica comigo e deixa eu te mostrar que
eu posso ser seu novo namorado
Fica comigo e deixa eu te provar que eu sou
aquele que cai bem do seu lado

Mundo moderno, alguém me dizia
'Todo mundo come todo mundo',
Mas eu tô querendo
Querendo trabalhar meu lado sensibilidade
Agora eu quero só você
Pra gostar de verdade

Fica comigo e deixa eu te mostrar que eu posso ser seu novo namorado
Fica comigo e deixa eu te provar que eu sou
aquele que cai bem do seu lado

Ouvi o motor nas costas da cabeça
Eu vi todas as luzes piscando e eu não tenho pressa
Eu não tenho pressa, embora pareça
Eu não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não
Não, tenho pressa pra te amar !

Mundo futurista alguém me dizia:
'Energia sexual mal dirigida pode ser uma fria'
A minha energia retorna em energia,
Por isso eu posso ser o aquariano (escorpiana / libriana)
Que a capricórnio (leão/ áries / gêmeos/ peixes...) queria

Acreditamos no pleno sucesso do projeto – principalmente na parte que envolve o sofrer :)
com ou sem a aprovação da chata recalcada da Martha xP

quarta-feira, 2 de julho de 2008

meu toca-discos se matou

Me acordou
De madrugada
Falando baixinho
Recordou
Miss Amanda Jones
E seu passeio
Domingo ao parque
Como diriam nossos ancestrais
Se acaso fores
E difícil de voltar
E ele girou, girou, girou
E não chegou a lugar nenhum
Meu toca-discos se matou
De solidão
.: vera loca :.

foto do lucas - livramento/rs - amo (L)³³ (mais que o vera)